Organizar a operação é o começo. No plano Pro, o BPOx cruza o seu honorário com as horas da equipe e mostra a rentabilidade, a margem real de cada cliente e a produtividade do time. Você decide o preço com número, não no escuro.
Quem faz BPO normalmente sabe quanto fatura, mas não quanto sobra por cliente. Esses recursos mostram quais clientes dão lucro, quais dão prejuízo e como o time está distribuindo as horas — pra você cobrar pelo trabalho que tem, não pelo que imagina.
O BPOx pega o honorário e desconta o custo das horas lançadas. O que sobra é o lucro — e a margem mostra, na hora, quem vale a pena e quem está te custando dinheiro.
Veja a margem real de cada cliente em %, do mais lucrativo ao que está no vermelho.
Descubra o cliente que consome hora demais pro que paga — e renegocie com número na mão.
Compare o que você cobra com o custo das horas da equipe. Sem achismo, sem surpresa.
Reajuste e proponha novos serviços sabendo exatamente onde está a sua margem.
Os números saem da cabeça e viram decisão.
Chega na conversa de reajuste com a margem na tela. O cliente que dá prejuízo deixa de ser invisível.
Identifique serviços e clientes que consomem mais do que retornam, e decida o que mantém.
Saiba a hora de contratar antes da equipe estourar — pela carga real, não pelo feeling.
Rentabilidade, margem, produtividade e timesheet já vêm nos planos Pro e Business, sem custo extra. O Starter foca em organizar a operação — tarefas, calendário, carteira e portal. Comparar os planos →
Uma fórmula só, aplicada a cada cliente, todo mês.
O custo/hora sai do salário mais encargos da pessoa, dividido pelas horas úteis do mês. Você preenche uma vez por pessoa; o resto o BPOx calcula.
Marcenaria Duas Serras paga R$ 890 por mês. Consome 26 horas de quem custa R$ 44/hora — R$ 1.144 de custo. Resultado: −R$ 254.
Paga em dia. Nenhuma tarefa atrasada. Nada na operação aponta para ele.
A TechFlow tinha margem prevista de 20,7% e fechou o mês em −7,9%: a rotina previa 25 horas e foram 34.
O faturamento não mudou. O resultado virou.
A mesma conta responde se dá para crescer: some as horas de cada pessoa e compare com as horas úteis dela no mês.
Ocupação abaixo de 60% significa espaço para mais clientes sem contratar.
Se o escopo cresceu e o honorário não, o número mostra de quanto. Reajuste com a conta na mão é conversa; reajuste por sensação é atrito.
Um cliente simples atendido por quem custa caro fica caro. Trocar o responsável muda a margem sem mudar o preço.
Às vezes a rotina acumulou tarefas que ninguém contratou. Dá para tirar do pacote ou cobrar à parte.
A margem é calculada a partir das horas apontadas e do custo/hora informado. Se a equipe não aponta as horas, ou se o custo/hora está desatualizado, o resultado sai errado — e errado com aparência de exato. O BPOx mostra a conta aberta justamente para você conseguir conferir de onde cada parcela veio.
Dados fictícios, somente leitura, sem cadastro.
Não precisa cronometrar o dia. A equipe registra quanto levou em cada tarefa de forma simples, e o BPOx soma por cliente. Quanto mais completo o registro, mais precisa fica a margem — mas você começa com o que dá e vai refinando.
Ele pega o honorário do cliente e desconta o custo das horas lançadas (horas × custo/hora da equipe). O que sobra é o lucro; a margem é esse lucro sobre o honorário. Assim você enxerga, por cliente, quanto realmente fica no caixa.
No Pro e no Business. O Starter foca em organizar a operação (tarefas, calendário, carteira e portal do cliente); rentabilidade, produtividade e timesheet entram a partir do Pro.
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